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3 minutosDP digital, transformação no RH e saúde mental estão diretamente conectados no cenário atual. O Brasil registrou em 2024 mais de 470 mil afastamentos por transtornos psicológicos, como ansiedade, depressão e burnout, o maior número em uma década, segundo o Ministério da Previdência Social. O aumento de 68% em relação ao ano anterior acendeu um alerta urgente. Empresas, governo e especialistas precisam repensar a gestão de pessoas, com foco em bem-estar, saúde ocupacional e digitalização dos processos.

O impacto da transformação no RH e da saúde mental nas organizações
Um levantamento global do Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Fundação Dom Cabral, mostra que funções operacionais e administrativas estão entre as mais afetadas. Justamente os setores que lideram os afastamentos no Brasil. Secretárias, atendentes, operadores de telemarketing e contadores vivem uma rotina de pressão, metas abusivas e baixa autonomia, o que acarreta altos índices de esgotamento emocional.
Segundo Michel Cabral, CEO da Vixting — HR & Health Tech referência em DP digital e transformação no RH, os riscos psicossociais vão além dos setores historicamente vulneráveis, como saúde e educação. “Estamos vendo também líderes de projeto, profissionais de tecnologia e gestores enfrentando altos níveis de estresse e ansiedade. O problema é estrutural e exige respostas rápidas”, afirma.
Carreiras com maior risco de burnout e depressão
Diversos estudos, incluindo análises do LinkedIn e da revista Health, apontam as profissões com maiores índices de burnout e transtornos emocionais:
- Gerentes de projeto
- Médicos e profissionais da saúde
- Professores
- Motoristas de aplicativo
- Assistentes sociais e cuidadores
- Profissionais de segurança pública
- Jornalistas e profissionais da imprensa
- Profissionais da aviação e serviços financeiros
Até áreas administrativas consideradas mais estáveis, como atendimento, controladoria e suporte, apresentam altos índices de exaustão. “Muitos desses profissionais estão na linha de frente sem suporte adequado, o que leva ao adoecimento silencioso”, reforça Cabral.
A NR-1 e a transformação no RH: uma nova obrigação legal
Com a atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1), o DP digital e a transformação no RH ganharam ainda mais protagonismo. Pela primeira vez, os riscos psicossociais, como assédio, sobrecarga de trabalho e metas abusivas, são considerados oficialmente passíveis de fiscalização, exigindo planos de ação, relatórios e gestão de indicadores, a partir de 26 de maio de 2026.
“A atualização da NR-1 é uma virada de chave. Saúde mental não é mais só uma pauta de ESG, virou uma obrigação legal, com impactos diretos na gestão, nos custos e na reputação das empresas”, destaca Michel Cabral.
Como o DP digital impulsiona a saúde ocupacional
Empresas que investem em DP digital e transformação no RH conseguem monitorar riscos psicossociais, automatizar exames ocupacionais, acompanhar atestados, afastamentos e indicadores de saúde mental com muito mais eficiência.
A Vixting, por exemplo, oferece soluções digitais que utilizam analytics e inteligência de dados para mapear riscos, prever tendências de adoecimento e apoiar a tomada de decisão estratégica no RH.
Saúde mental e o futuro do trabalho
A transformação digital no RH é uma tendência irreversível. Dados da OnFly mostram que 63% das empresas pretendem aumentar seus investimentos em benefícios corporativos até 2025, e 23% planejam crescimento expressivo, focando especialmente no bem-estar dos colaboradores.
Nesse cenário, quem adota soluções como o DP digital e a transformação no RH não apenas reduz custos, como melhora a retenção de talentos, a produtividade e a reputação organizacional.
“Estamos falando de sustentabilidade humana nas organizações. Empresas que agirem agora sairão na frente, tanto em resultados quanto em cultura e competitividade”, finaliza Michel Cabral.
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